Querida se assim posso te chamar, pois sei que não faço parte da sua vida
Nossa casinha é simples cor azul do céu da janela a gente vê as noites
Ainda que eu falasse as línguas dos homens, nada disso me aproveitaria
Não és deus, mas te querem onipotente
Vai ao íntimo dos homens, Grita deu brado em silêncio
Quando nós começamos a nos amar meus sentimentos
Na quietude de meu quarto, penso só no meu amor
Eu sei. Pedir desculpas pelo atraso não justifica
Você tem sido maravilhosa comigo. Eu nunca estou só
Flores, poesia e um belo céu azul, companheirismo